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Há muito tempo, acho que lá pelo ano 2000, eu já ouvia falar do Linux, um sistema operacional alternativo ao ruindow$ que eu sempre via nas bancas de revista. Naquela época, eu ainda não tinha conhecimento sobre o que era software livre, mas já sentia vontade de experimentar o Linux, principalmente porque nunca estava satisfeito com o desempenho do ruindow$ no AMD K6-II que eu tinha. No entanto, o medo foi maior e eu não cheguei a comprar uma daquelas revistas que traziam o CD do Linux.Passados alguns anos, eu já estava na universidade, já havia conhecido pessoas do movimento pelo software livre e já tinha perdido o medo. Quando comprei um computador, decidi usar apenas o Linux. O vendedor da loja me chamou de louco quando eu falei que queria que meu computador fosse entregue sem ruindow$ no HD, mas eu segui em frente…

Assim que o computador foi entregue em minha casa, instalei o Fedora Core 4 sem dificuldades. O conhecimento que eu tinha de Linux era quase nenhum, no entanto a ideologia do software livre me fez seguir em frente e fui aprendendo a utilizar o sistema e superando os problemas que apareciam.

Na mesma época em que eu comprei o computador (agosto de 2005), participei de uma oficina de produção multimídia em software livre realizada em Aracaju pelo projeto Pontos de Cultura do Ministério da Cultura. Há algumas semanas, eu havia começado um curso de iniciação ao audiovisual num ponto de cultura daqui e a oficina fazia parte da programação desse projeto. Foi aí que conheci toda a ideologia presente na construção do projeto Pontos de Cultura e passei a admirá-lo bastante a partir de então.

Depois da oficina, continuei aprendendo mais sobre o Linux… Sempre que tinha alguma dúvida, eu procurava ajuda na comunidade da Fedora Core Brasil ou no Google mesmo. Em pouco tempo, eu já estava compartilhando o conhecimento que eu tinha e ajudando outras pessoas com dúvidas na utilização do GNU/Linux e de outros softwares livres.

Meses depois, participei do Encontro de Conhecimentos Livres em Cachoeira/BA onde foram realizadas oficinas de vídeo, áudio e gráfico em software livre e também de metareciclagem, mas dessa vez com mais tempo e muito mais conhecimento compartilhado.

E assim o pinguim virou um grande companheiro…

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